sábado, 2 de outubro de 2010

Na mitologia grega, Hades era o deus responsável por governar o mundo subterrâneo e as almas após a morte. Era filho de Cronos e de Réia, irmão de Zeus (deus dos deuses) e de Poseidon (deus dos mares).



A passagem mitológica mais conhecida envolvendo o deus Hades é aquela em que ele rapta Perséfone, filha da deusa Deméter, para viver com ele no mundo subterrâneo, tornando-a sua esposa. Este mito é mais conhecido como o Rapto de Cora (como Perséfone era retratada na mitologia romana).



Hades era um deus que provocava muito medo na Grécia Antiga. Como estava relacionado com a morte, os gregos evitavam falar seu nome. De acordo com a mitologia grega, Hades era muito quieto, intimidativo e impiedoso. Não gostava de oferendas e sacrifícios. Também não costuma interferir nos assuntos terrenos.



Ele era irmão de Zeus e Posseidon,Que governavam o mar e  os céus.


A passagem mitológica mais conhecida envolvendo o deus Hades é aquela em que ele rapta Perséfone, filha da deusa Deméter, para viver com ele no mundo subterrâneo, tornando-a sua esposa. Este mito é mais conhecido como o Rapto de Cora (como Perséfone era retratada na mitologia romana).



Hades era um deus que provocava muito medo na Grécia Antiga. Como estava relacionado com a morte, os gregos evitavam falar seu nome. De acordo com a mitologia grega, Hades era muito quieto, intimidativo e impiedoso. Não gostava de oferendas e sacrifícios. Também não costuma interferir nos assuntos terrenos.



Hades possuía um companheiro que era o seu cão Cérbero. De aspecto monstruoso, com várias cabeças, o cão era o responsável por guardar a entrada do reino dos mortos.
O mesmo que Júpiter para os romanos é o deus supremo do mundo. Filho de Crono e Réia, é também chamado, por excelência, pai dos deuses.



Foi depois de ter destronado seu pai que dividiu com seus irmãos (Posseidon e Hades) o domínio do mundo.



A realeza divina está exposta ao risco da decadência e, no jogo das forças onde os deuses se medem, o soberano deve exibir seu poder a fim de se valorizar. Há a necessidade de reconfirmar um poder que não se impõe aos deuses por legitimidade absoluta e inabalável, mas que é preciso demonstrar e até mesmo defender contra tentativas reais de subversão.



A tirania absoluta pertence a um tempo remoto; quando um pai angustiado, temendo perder seu cetro, devora os filhos. Esse pai, Crono, queria todo o poder só para si e para sempre - sem partilha ou revezamento. Um dos filhos salvo pela mãe, Réia, sobreviveu e destronou o déspota, foi Zeus e, com ele, inaugurou-se o tempo de um poder menos totalitário, porém mais real e aberto.



Presidia os fenômenos atmosféricos. Assim, criava os relâmpagos e o trovão, lançando a chuva com sua poderosa mão direita. Podia usar o seu raio em caráter destruidor; por outro lado, era capaz de mandar chuva benéfica para as plantações.



O grande Zeus nunca deixou de punir os homens que mentiam e quebravam seus juramentos, enfurece-se com qualquer tratamento hostil endereçado aos mortos. A justiça tornou-se companheira de Zeus.



É um deus muito ativo, totalmente vivo e com os dias cheios de vida e inúmeros projetos.



Na Odisséia, Zeus atinge um nível mais elevado.



Casou-se com Hera, porém teve muitos amores.



Senhor do céu, habitando as montanhas cheias de sol, como vêem os poetas.



Fídias esculpiu sua estátua, em que os atenienses pensavam ver simbolizadas a força e as virtudes de Zeus.