Foi depois de ter destronado seu pai que dividiu com seus irmãos (Posseidon e Hades) o domínio do mundo.
A realeza divina está exposta ao risco da decadência e, no jogo das forças onde os deuses se medem, o soberano deve exibir seu poder a fim de se valorizar. Há a necessidade de reconfirmar um poder que não se impõe aos deuses por legitimidade absoluta e inabalável, mas que é preciso demonstrar e até mesmo defender contra tentativas reais de subversão.
A tirania absoluta pertence a um tempo remoto; quando um pai angustiado, temendo perder seu cetro, devora os filhos. Esse pai, Crono, queria todo o poder só para si e para sempre - sem partilha ou revezamento. Um dos filhos salvo pela mãe, Réia, sobreviveu e destronou o déspota, foi Zeus e, com ele, inaugurou-se o tempo de um poder menos totalitário, porém mais real e aberto.
Presidia os fenômenos atmosféricos. Assim, criava os relâmpagos e o trovão, lançando a chuva com sua poderosa mão direita. Podia usar o seu raio em caráter destruidor; por outro lado, era capaz de mandar chuva benéfica para as plantações.
O grande Zeus nunca deixou de punir os homens que mentiam e quebravam seus juramentos, enfurece-se com qualquer tratamento hostil endereçado aos mortos. A justiça tornou-se companheira de Zeus.
É um deus muito ativo, totalmente vivo e com os dias cheios de vida e inúmeros projetos.
Na Odisséia, Zeus atinge um nível mais elevado.
Casou-se com Hera, porém teve muitos amores.
Senhor do céu, habitando as montanhas cheias de sol, como vêem os poetas.
Fídias esculpiu sua estátua, em que os atenienses pensavam ver simbolizadas a força e as virtudes de Zeus.
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